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Pobreza de espírito - 18/06/2011 - Edu Medeiros - Um Amigo do Bem



Infelizmente algumas pessoas têm um entendimento equivocado à cerca da passagem bíblica durante o “Sermão da Montanha” quando o Mestre Jesus afirmou: "Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus." (Novo Testamento - Mateus 5:3). Esse equívoco existe para essas pessoas porque a palavra “pobreza” somente é associada à falta do necessário à vida, não conseguindo assim ampliar os conceitos ou acepções que uma palavra possa receber, ressaltando a importância de que para haver exatidão na transmissão da ideia original é imprescindível que a palavra ou até mesmo expressões estejam dentro de um contexto que dê coerência e sentido ao que se foi pretendido explanar (falar).

Há ainda algumas pessoas que entendem a pobreza de espírito como sendo um vínculo com o comportamento e classificam as pessoas “pobres de espírito” como: mesquinhas, limitadas, de má índole, de maus pensamentos, enganadoras ou que desejam o mal ao próximo, entretanto perfis mais próximos como, por exemplo, maquiavélicas conseguem sintetizar (unificar) os defeitos morais acima descritos.

Pobreza de espírito não deve ser confundida com pobreza econômica. Para muitos há a impressão de que a pobreza, por si mesma, é uma bênção, porém a pobreza econômica é uma provação permitida pelo Criador, entretanto não é a falta de discernimento nem tampouco a miséria que garantem aos seres a felicidade prometida por Jesus, onde não por acaso há muitos economicamente pobres de bens terrenos que se julgam dignos "do reino dos céus", mas que, no entanto, têm a alma endurecida e orgulhosa e dessa forma não vivenciam o modo como o Mestre Jesus recomendou, ou ainda não conseguem obter o verdadeiro discernimento das mensagens contidas na “Boa Nova” (Evangelho) e se fecham nos redutos de uma fé que obscurece seus entendimentos e os afastam da verdade.

Pobreza de espírito equivale à humildade, pois os "pobres de espírito" são os que não têm orgulho. São os humildes, que não se envaidecem pelo que sabem, e que nunca exibem o que têm, onde a modéstia é o seu distintivo, porque os verdadeiros sábios são aqueles que têm ideia do quanto não sabem e agem como aquele filósofo que disse “Só sei que nada sei!

Por isso a humildade é considerada requisito indispensável para alcançar-se "o reino dos céus", pois sem a humildade nenhuma virtude se mantém. A humildade é o propulsor de todas as grandes ações em todas as esferas de atuação do homem.

Os humildes são simples no falar e calam-se diante de palavras desnecessárias e impróprias. São sinceros e francos no agir. Não fazem ostentação de saber, nem de santidade, como também suportam a injustiça. Vibram com a verdade e respeitam os outros não pelos seus valores monetários, mas por seus valores reais, ou seja, suas virtudes.

Muitos são os que confundem humildade com subserviência (submissão), esquecendo assim que agir com humildade também é respeitar as prerrogativas naturais.

Ser humilde não significa aceitar desmandos e compactuar com equívocos. Ser humilde é reconhecer as próprias limitações, buscando vencê-las, sem alarde, nem fantasias. É buscar, incansavelmente, a verdade e o progresso pessoal, nas trilhas dos exemplos nobres e dignos.

Entre tantas coisas é também saber aproveitar os ensinamentos morais contidos em conversas informais ou coloquiais, onde a reflexão conduz à possibilidade de mudança para melhor.

Foi esta a pobreza de espírito que Jesus proclamou: a pobreza de sentimentos inferiores, representada pelo desapego às glórias passageiras, ao egoísmo e ao orgulho.

Uma boa leitura sobre o tema pode ser visto no capítulo denominado "Pobres de Espírito e Espíritos Pobres", do livro “Parábolas e Ensinos de Jesus”, de Cairbar Schutel.


Edu Medeiros - Um Amigo do Bem, 18/06/2011.




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