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A inveja - 30/07/2011 - Edu Medeiros - Um Amigo do Bem



O poeta português Luiz Vaz de Camões escreveu: “Onde há inveja não pode haver amizade”.

A inveja se traduz como desgosto ou pesar pelo bem ou pela felicidade de outrem ou ainda o desejo violento de possuir o bem alheio. Falar sobre este defeito moral faz com que venha à mente aquela parte bíblica que narra os acontecimentos que envolveram inveja, ciúme e ambição, especificamente em Gênesis 4:1-26 – Antigo Testamento, a qual fala sobre Caim e Abel, filhos de Adão e Eva, sendo o primeiro um lavrador e o último um pastor de ovelhas, onde ambos fizeram uma oferta ao Criador. Resume-se que por um desígnio divino o Criador atentou (deu crédito) para a oferta de Abel, não fazendo o mesmo com Caim, o qual passou a sentir o sentimento inferior da ira que acabou levando-o a matar Abel, seu irmão de sangue.

Ainda na Bíblia há, por exemplo, a inveja por não conseguir engravidar: “Vendo Raquel que não dava filhos a Jacó, teve inveja de sua irmã, e disse a Jacó: Dá-me filhos, senão eu morro.” - Antigo Testamento – Gênesis 30:1.

A história de José do Egito que foi vendido pelos próprios irmãos que o invejavam por causa de sonhos divinos que o mesmo tivera, como também certa predileção que o pai tinha por ele. “Seus irmãos, pois, o invejavam; mas seu pai guardava o caso no seu coração.” - Antigo Testamento – Gênesis 37:11.

Há também sabedoria em forma de filosofia clássica: "Não te enfades por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos que praticam a iniquidade.” – Antigo Testamento – Salmo 37:1.

Exemplos de redenção ao perceber que vale a pena perseverar nos princípios cristãos e reconhecer o erro em tempo hábil: “Verdadeiramente bom é Deus para com Israel, para com os limpos de coração. Quanto a mim, os meus pés quase resvalaram; pouco faltou para que os meus passos escorregassem. Pois eu tinha inveja dos soberbos, ao ver a prosperidade dos ímpios. ” – Antigo Testamento – Salmo 73:1-3.

Muitos são os exemplos contidos na Bíblia, como também no conceito popular, pois é comum ouvir a frase: “o gramado do vizinho é mais bonito”, onde fica evidenciado que aquele que se utiliza desse expediente está sem “enxergar o seu gramado” que pode ser traduzido como algo que se dispõe no momento, substancial e necessário, entretanto sempre enfatizando que o mais importante não é o que se tem na vida, mas quem se tem na vida.

A inveja é filha da insatisfação, a qual é produzida pela expectativa que por sua vez baseia-se em uma ansiedade demasiada e descabida, levando aqueles que a adotam à depressão, à sensação de impotência ou ainda à infelicidade.

Quanto ao ciúme, o mesmo se converte em muitos casos como insegurança, seja entre casais, em níveis profissionais, sociais ou ainda familiares.

Por sua vez, quanto à ambição há duas maneiras básicas de entendê-la: a primeira é a ambição irmã da inveja e do ciúme, a qual deve ser banida; a segunda é a ambição natural de quem quer transpor um obstáculo ou vencer uma etapa da vida, condição essa que é trabalhada tanto nos livros de autoajuda quanto nos livros de desenvolvimento pessoal (“marketing”), desde que essa transposição ou vitória sejam conseguidas sem que se tenha passado por cima de ninguém, como também que o resultado do sucesso obtido: material, ideológico ou social, seja sempre do seu próprio suor (esforço/dedicação).

Para o invejoso e o ciumento, não há repouso; estão perpetuamente febricitantes (nervosos). O que não têm e os outros possuem lhes causa insônias. Dão-lhes vertigem os êxitos de seus rivais. Não é a eles, decerto, que se aplicam estas palavras: “Bem-aventurados os aflitos, pois que serão consolados”, visto que as suas preocupações não são aquelas que têm no céu as compensações merecidas. Que de tormentos, ao contrário, se poupa aquele que sabe contentar-se com o que tem, que nota sem inveja o que não possui, que não procura parecer mais do que é. Esse é sempre rico, porquanto, se olha para baixo de si e não para cima, vê sempre criaturas que têm menos do que ele. É calmo, porque não cria para si necessidades quiméricas” (ilusórias ou desnecessárias). - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Fénelon. (Lião, 1860.) – páginas 143-144.

Edu Medeiros - Um Amigo do Bem, 30/07/2011.




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