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Quarta-feira, 23 de Outubro de 2019 - Boa tarde! - 14:53


Família - 19/11/2011 - Edu Medeiros - Um Amigo do Bem



Já vi muita gente dizer que nasceu na família errada. Claro que a intenção é evidenciar o quanto é sofrível viver no seio daquela família que de um modo peculiar nada tem a ver com a pessoa, ou pelo menos imagina-se que não tenha nada em comum.

Para o Espiritismo, cada um nasce na família que irá promover a evolução do ser, como também, em muitos casos, uma oportunidade valiosa para que o resgate dentro dos mecanismos do carma seja melhor vivenciado.

Já vi muita gente dizer que não pediu para nascer, principalmente naquela família cheia de membros que não gostam dessa ou daquela pessoa.

Para o Espiritismo, cada um "pede e suplica" para nascer novamente, ou seja, reencarnar, onde uma reencarnação em uma família cheia de orgulho servirá de instrumento facilitador da evolução de cada um, isso desde que haja a conscientização de que os resgates são necessários para o aprimoramento não só do indivíduo, mas da humanidade de um modo geral.

Já vi muitas pessoas sentirem-se ou se converterem em "ovelhas negras" de famílias cheias de melindres ou meandros.

Por oportuno, já que foi falado em "ovelha negra" é de bom grado relembrar uma fábula antiga contendo a metáfora relacionada ao tema da rejeição. Seja pela real ação ou resultado de rejeitar, ou ainda quando determinada pessoa se sente descartada do modo de viver vinculado a um determinado grupo familiar.

Conta-se que havia uma ovelha diferente das demais do rebanho: era negra. Todas as outras ovelhas eram brancas e isso já era o bastante para que a ovelha negra fosse rejeitada. Por isso, era desprezada e sofria todo tipo de maus tratos. As outras ovelhas lhe davam mordidas, patadas; procuravam colocá-la em último lugar no rebanho. Quando estavam num prado pastando, o rebanho inteiro tentava não deixar que a ovelha negra se alimentasse de nenhuma erva, mesmo que fosse daninha. Dessa forma, sua existência era horrível.

Conta-se ainda que a ovelha negra, farta de tanto desprezo, afastou-se do rebanho. Durante muito tempo vagou sem rumo pelo bosque. Certa noite deitou-se, sem perceber, em um monte de farinha, onde dormiu. Ao raiar o dia, acordou e viu que estava igual às outras ovelhas, nem que fosse ao menos pela aparência, pois havia se transformado em uma ovelha muito branca, imaculada. Voltou então ao seu rebanho, onde foi muito bem recebida e proclamada rainha, pela sua bela aparência.

Para terminar a fábula, conta-se também que naquela ocasião, estava sendo anunciada a visita do príncipe dos cordeiros, que vinha em busca de uma ovelha para acasalar. E acabou que o cordeiro foi recebido no rebanho com grandes honras. Enquanto ele observava as ovelhas que formavam o rebanho, desabou uma violenta tempestade. A chuva dissolveu a farinha que cobria o pêlo negro de nossa ovelha, e ela recuperou sua cor natural. Quando a viu, o príncipe dos cordeiros resolveu que aquela ovelha, agora negra, seria a escolhida. E ao ser interrogado o "porquê" da escolha pela ovelha negra, o príncipe dos cordeiros disse que ela era diferente e que isso era o suficiente para a sua escolha. E dessa forma a ovelha negra teve, finalmente, o destino justo que merecia.

Aproveitemos esta fábula e façamos uma reflexão sobre os membros da nossa família que são transformados nas tais "ovelhas negras" pelo simples fato de serem diferentes.

Esta fábula é oportuna quando o tema é família porque em quase todos os grupos familiares, normalmente, surgem pessoas "diferentes", mas que no íntimo têm suas virtudes, mesmo que sejam de difícil visualização, pois essa dificuldade em ver as virtudes daqueles que julgamos serem "ovelhas negras" contribui para encobrir a verdade, ressaltando que ninguém é dono da verdade, somando-se o fato que muitas pessoas enxergam somente "as aparências", esquecendo-se assim que as aparências enganam.

Edu Medeiros - Um Amigo do Bem, 19/11/2011.

19/11/2011.




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