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Segunda-feira, 21 de Outubro de 2019 - Boa noite! - 18:50


O silêncio como resposta - 11/05/2013 - Edu Medeiros - Um Amigo do Bem



Quando um não quer, dois não brigam.

É desse jeito que a sabedoria popular sugere enfatizando que basta um dos lados cederem para que seja evitada uma contenda.

Simples assim, pois basta apenas que um dos lados recue, mesmo que esteja com a razão, para assim ser possível se chegar ao consenso, pois se as queixas existem é porque não está havendo similaridade de ideias ou desejos, sendo imprescindível que reine a calmaria para assim serem melhorados os argumentos, pois com a melhoria dos mesmos costuma-se gerar a boa convivência baseada na aceitação das ideias do outro, pois não basta apenas aplicar o poder de convencimento, mas sim consorciá-lo com uma melhor análise dos raciocínios, indícios ou provas pelo qual se tira uma consequência ou dedução para assim se chegar a um consenso, e dessa forma evitar a tal contenda.

É necessário recuar quando não se é possível continuar uma conversa saudável e em tom amigável.

O recuo pode ocorrer de várias formas e uma das mais poderosas é através de se utilizar o silêncio como resposta, pois há muitos momentos da vida em que o silêncio é a resposta mais sábia que se pode dar a alguém, independente da situação que se apresente.

Retrucar só vai piorar o que provavelmente já está ruim.

Além do mais, retrucando ou falando apressadamente, ou ainda tentando intimidar através de gritaria, berros ou falar alto, corre-se o risco de se dizer o que não se quer, ressaltando que às vezes a possibilidade do reparo nem sempre é tão fácil ou possível.

Portanto, aproveitando o ensejo, sugere-se evitar falar com pressa ou sem o devido esmero (cuidado), pois mais vale um silêncio certo (oportuno) do que uma palavra julgada errada (inapropriada) que venha a ferir.

Afinal de contas, como já visto aqui nesta Coluna Espírita, a palavra tem poder, tanto para ajudar, como também para complicar a vida daqueles que por ventura estejam passando por dificuldades diversas, como questões emocionais, financeiras, amorosas, profissionais ou ainda aquelas chamadas de crises existenciais, pois palavras erradas (inoportunas) costumam machucar para o resto da vida, enquanto que o silêncio essencial pode ser a resposta, mesmo diante de posturas filosóficas, ideológicas ou comportamentais julgadas equivocadas.

Obviamente que o recuo deva estar diretamente ligado à essencialidade daquilo que se quer apresentar, caso contrário a situação pode ser agravada, pois há casos simples e casos complicados, entretanto o bom senso deve imperar em ambos, pois muitas vezes aquele que não quer ceder age desse modo porque não consegue “enxergar” além do próprio umbigo, e não raramente acaba sendo prejudicado de alguma maneira.

Mesmo que seja difícil, vale a pena alertar, porém com serenidade, ressaltando que é também caridade tentar mostrar que aquela atitude julgada equivocada poderá causar mais danos do que benefícios, principalmente para si mesmo, pois filosoficamente falando quando se faz algo ou se fala alguma coisa para alguém, na verdade se está falando para si mesmo, e sem esquecer-se de que tudo que se faz ao próximo retorna do mesmo jeito e com a mesma intensidade, enfatizando que abrir a boca visando ferir não é do Bem.

Fica a sugestão para que diante de determinadas situações o silêncio seja visto como um mecanismo gerador de potencialidades, cujas percepções costumam vir somente com o tempo, o qual conduz à serenidade, pois o tempo é o senhor da razão.

As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar.” - Leonardo da Vinci, inventor italiano.

Edu Medeiros - Um Amigo do Bem, 11/05/2013.




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