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Os relacionamentos afetivos e suas dificuldades - 15/06/2013 - Edu Medeiros - Um Amigo do Bem



Para compreender melhor o relacionamento afetivo entre pessoas, inclusive do mesmo sexo, utiliza-se a psicologia, que é uma área do conhecimento humano, que por sua vez, mesmo com o seu desenvolvimento natural, nem sempre consegue expor de modo fácil as explicações dos porquês de determinadas pessoas agirem de modos distintos quando as mesmas estão vivenciando um relacionamento debaixo do mesmo teto, principalmente se há o objetivo natural de constituir uma pequena célula da sociedade no local onde vivem ou convivem.

Por falar nisso, o essencial é viver ou conviver?

Esta pergunta baseia-se na evidente percepção de que uns querem apenas uma casa para viver, enquanto que outros desejam um lar para conviver.

Viver é importante, porém conviver é essencial, pois é a partir da convivência, ou seja, da troca de sentimentos que se consegue atingir a evolução, independente se o aspecto é social, espiritual ou filosófico.

Já que a convivência possui sua essencialidade, então é melhor desejar uma casa ou um lar?

Resposta: é melhor desejar um lar do que simplesmente uma casa, pois apesar de parecerem as mesmas coisas há diferenças entre casa e lar. Qualquer um pode ter uma casa, a qual é constituída exclusivamente de paredes, portas, janelas, tetos, etc. Porém nem todos têm um lar, o qual passa a existir a partir do momento em que naquele ambiente reina a harmonia entre as pessoas que ali convivem.

Salutar mencionar que o dinamismo da sociedade vai gerando novas posturas, as quais necessariamente precisam se adaptar às novas realidades, e que, portanto, respeitar os limites do outro se torna imprescindível para assim gerar a boa convivência, caso contrário passa a ocorrer o preconceito que pode ser entendido como a opinião formada antes de ter os conhecimentos adequados, ou ainda um sentimento desfavorável, concebido antecipadamente ou independente de experiência ou razão, sem esquecer-se de que ainda pode haver superstição que obriga a certos atos ou impede que eles se pratiquem, inclusive de modo equivocado encobrindo as próprias limitações e transformando a outra parte em demônio, enquanto imagina-se que se é um anjo em doçura, e assim passar a sentir-se vítima das circunstâncias.

Resumindo: abrir a mente, abolir o preconceito, deixar de se sentir vítima e não imaginar que a dificuldade no relacionamento está somente com a outra pessoa, pois não há vencedor e nem perdedor em uma relação. Em caso de dificuldades não superadas quem perde são os dois, afinal de contas cada pessoa dentro de um relacionamento traz uma bagagem de vivências e experiências, muitas delas geradas no seio da família ou ainda vinculadas à origem social, as quais ficam evidenciadas quando colocadas frente a frente com as circunstâncias similares da outra pessoa, condição essa que se não for assimilada por ambas as partes poderá resultar em ruptura da relação afetiva.

Questões vinculadas à expectativa, à insegurança, ao excesso de cobrança ou à falta da valorização própria contribuem para o desgaste do relacionamento.

Fica então a sugestão para que seja exercida a humildade, a qual é uma virtude com que manifestamos o sentimento de nossas fraquezas e limitações, pois a partir do momento que se passa a reconhecer as próprias limitações se torna mais fácil aceitar as fraquezas do outro, pois desse modo passa a se exercitar de uma forma direta a empatia, que é a condição de se colocar no lugar do outro diante das situações que vierem a se apresentar, pois de acordo com as regras fraternais, dentro do conceito de família, um apoia e defende o outro, fortalecendo dessa maneira a cumplicidade.

Para o Espiritismo os relacionamentos afetivos se classificam em Afins (parceiros simpáticos, pouco comum), Transcendentais (afins com grande missão), Provacionais (a grande maioria), Sacrificiais (grande diferença evolutiva entre os cônjuges) e Acidentais (não programados no mundo espiritual). Independente da classificação, os casamentos com as suas respectivas dificuldades são oportunidades de evolução, ressaltando que antes de qualquer prova a que formos submetidos é bom salientar que o Criador deseja a felicidade de cada um.

Edu Medeiros - Um Amigo do Bem, 15/06/2013.




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