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Quarta-feira, 22 de Maio de 2019 - Bom dia! - 10:07


A morte física para o Espiritismo - 26/04/2014 - Edu Medeiros - Um Amigo do Bem



Certamente para aqueles que difundem a Doutrina Espírita o título deste artigo é um tanto quanto instigante, pois no Espiritismo não se usa o termo “morte física”, mas sim “desencarne” quando se quer fazer alusão ao fato de uma ou mais pessoas virem a falecer, entretanto o objetivo desta Coluna Espírita é justamente consorciar as ideias, isto é, facilitar o entendimento sobre os mecanismos contidos na Doutrina trazida pelo Paracleto, o Consolador prometido por Jesus Cristo, que é a própria Doutrina Espírita, a qual difunde que a morte, ou melhor, o desencarne é apenas uma etapa do processo de evolução espiritual, corroborando assim com uma das máximas de Allan Kardec, o Codificador do Espiritismo: “Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei”.

Então, por conseguinte, para o Espiritismo a morte é única e exclusivamente parte de um intrínseco processo baseado nos “Desígnios Divinos”, os quais estão diretamente vinculados ao mecanismo do Carma, que por sua vez, conforme já citado neste canal, é entendido como o conjunto das ações dos homens e suas consequências, e sem esquecer-se de mencionar que o Espiritismo difunde que as “dívidas" adquiridas em vidas passadas são "cobradas" em forma desse processo reparador.

Eis o motivo por que para os Espíritas a morte de um parente é aceita com mais naturalidade.

Entretanto, isso não quer dizer que um Espírita não possa se emocionar quando um parente ou uma pessoa íntima venha a falecer, ou melhor, desencarnar, que é o termo correto para o Espiritismo.

O que ocorre é que com o esclarecimento o ser humano se liberta do egoísmo e deixa que aquele ente querido prossiga na sua evolução espiritual, principalmente quando a ordem natural das coisas acontece dentro dos seus prazos, entenda-se quando um filho enterra seus pais, diferentemente quando pais têm que enterrar filhos, porém observe que foi utilizada a palavra “enterrar” apenas para realçar que as palavras podem ser substituídas por palavras mais “doces”, pois, ao invés de falar “enterrar” é sensato utilizar uma expressão simples, mas que também emocione, como, por exemplo: “um até breve”.

A noção de que a morte é simplesmente parte de um processo não é exclusividade do Espiritismo, embora que para a maioria de outras concepções religiosas o entendimento possa gerar dubiedade (duplo sentido), ou até mesmo antagonismo (sentido oposto), porém mesmo nas situações citadas a ideia central continua, entenda-se que a morte é necessária para o progresso do espírito, pois, segundo entendimento geral a morte é uma parte essencial do “Mecanismo Divino”, também chamado por algumas concepções religiosas como “o plano de salvação do Pai Celestial”, até porque segundo o mesmo entendimento “a morte é o salário do pecado”, portanto, todos nós devemos experimentar a morte, embora que desse ponto em diante o divisor de águas surja de forma natural, pois enquanto que o Espiritismo difunde a reencarnação (quando um espírito volta a ocupar um novo corpo físico aqui mesmo no planeta Terra), as demais concepções religiosas difundem que os espíritos irão receber corpos “ressurretos e perfeitos”.

Divergências à parte o bom senso prega que devamos respeitar, sendo necessária a reciprocidade.

"Ainda sabendo que a morte vem de Deus, quando nós não a provocamos, não podemos, por enquanto, na Terra receber a morte com alegria porque ninguém recebe um adeus com felicidade, mas podemos receber a separação com fé em Deus, entendendo que um dia nos reencontraremos todos numa vida maior e essa esperança deve aquecer-nos o coração". - Chico Xavier, Médium brasileiro.

Edu Medeiros - Um Amigo do Bem, 26/04/2014.




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