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Quinta-feira, 21 de Março de 2019 - Bom dia! - 3:18


Antes que seja tarde - 26/07/2014 - Edu Medeiros - Um Amigo do Bem



Para boa parte das pessoas o desejo de alívio de consciência passa a possuir caráter indispensável quando as mesmas por ventura estão pressentindo que irão desencarnar (morrer), ou ainda quando estão convalescentes, por exemplo, em um leito de hospital, e normalmente passam a fazer confissões apressadas de erros passados, pedindo e esperando perdão, e ao agir assim acreditam essas pessoas que, por estarem “partindo”, tudo será perdoado e esquecido.

Muitos acreditam piamente inclusive que a morte é o salário do pecado, e que, portanto, segundo tal entendimento, tudo será perdoado, e para isso basta apenas confessar tais erros, pedir perdão e torcer para que também sejam perdoados.

Fácil demais, não é mesmo?

Será que é assim mesmo que funcionam os mecanismos da Divina Providência?

A ideia ou pensamento de acreditar que a morte é o salário do pecado e que após a mesma ocorrer tudo é perdoado provavelmente esteja baseado numa passagem bíblica contida no Novo Testamento – Romanos 6, versículo 23:

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor”.

Sem querer entrar no mérito teológico, e mesmo que muitos vejam a passagem bíblica acima exclusivamente pela literalidade contida na sua escrita, torna-se sensato ampliar seu entendimento.

É óbvio que quitações (de pecados) são realizadas na transição para o Mundo dos Espíritos, porém não significa “quitação total”, ou melhor, não existe a condição cabal, taxativa, ou ainda como se diria em Latim: “Sine qua non”, que traduzido livremente significa "sem o qual não pode ser", isto é, a morte não desobriga ou isenta de todas as responsabilidades dos atos equivocados cometidos contra o próximo enquanto se está encarnado (vivo).

Infelizmente alguns “entendem” que a morte é o suficiente para quitar, pagar ou “zerar” os pecados, como também muitos deixam somente para os últimos momentos finais da vida para pedir perdão, pois ainda têm um coração duro, e afirmam que são assim, e que, portanto, vão morrer assim, porém são completos leigos sobre o que acontece quando a pessoa desencarna (morre), como também desconhecem a vida espiritual após o fim da vida física.

Alguns questionamentos surgem de modo natural na tentativa de ampliar conceitos:

Será realmente somente no leito de morte que poderemos entender o que é a vida?

Será que não seria sensato procurarmos desde já produzirmos atos corretos e generosos em relação ao próximo?

Será que não seria interessante não alimentarmos inimizades?

Será que não seria imprescindível desfazermos “aquele mal entendido” inibindo assim a probabilidade de surgirem remorsos tardios?

Enfim, não seria “legal” que aproveitássemos o agora para nos livrarmos da possibilidade de ressentimentos que indubitavelmente possam gerar débitos futuros?

Por que esperar a morte chegar para pedir perdão?

Não há garantias de que a morte “quite” todos os nossos débitos por ventura existentes.

Fica a sugestão para perdoar agora, antes que seja tarde.

Edu Medeiros - Um Amigo do Bem, 26/07/2014.




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