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Segunda-feira, 25 de Março de 2019 - Bom dia! - 1:19


A ingratidão dos filhos - 13/12/2014 - Edu Medeiros - Um Amigo do Bem



A ingratidão, parente do egoísmo, a qual é entendida como a atitude de quem não reconhece o bem que lhe foi oferecido, certamente é um comportamento que costuma produzir insatisfações.

O fato é que a ingratidão costuma produzir tais descontentamentos, e apresenta caráter ainda mais odioso, principalmente quando a mesma é oriunda dos filhos para com os pais.

Por que há casos de crianças que odeiam seus pais?

Teriam essas crianças trazido ódio suficiente ao reencarnar em determinada família?

Se por ventura havia o ódio, então por que o Espírito optou em reencarnar justamente em uma família em que pais e o agora filho foram inimigos em vidas passadas?

Segue abaixo curto trecho da Obra Espírita O Evangelho Segundo o Espiritismo, autoria de Allan Kardec, O Codificador do Espiritismo, especificamente no Capítulo XIV “Honrai a vosso pai e a vossa mãe”, na Instrução dos Espíritos “A ingratidão dos filhos e os laços de família”:

Quando deixa a Terra, o Espírito leva consigo as paixões ou as virtudes inerentes à sua natureza e se aperfeiçoa no espaço, ou permanece estacionário, até que deseje receber a luz.

Muitos, portanto, se vão cheios de ódios violentos e de insaciados desejos de vingança; a alguns dentre eles, porém, mais adiantados do que os outros, é dado entrevejam uma partícula da verdade; apreciam então as funestas consequências de suas paixões e são induzidos a tomar resoluções boas.

Compreendem que, para chegarem a Deus, uma só é a senha: caridade. Ora, não há caridade sem esquecimento dos ultrajes e das injúrias; não há caridade sem perdão, nem com o coração tomado de ódio.

Então, mediante inaudito (extraordinário) esforço, conseguem tais Espíritos observar os a quem eles odiaram na Terra. Ao vê-los, porém, a animosidade (má vontade) se lhes desperta no íntimo; revoltam-se à ideia de perdoar, e, ainda mais, à de abdicarem de si mesmos, sobretudo à de amarem os que lhes destruíram, quiçá, os haveres, a honra, a família. Entretanto, abalado fica o coração desses infelizes. Eles hesitam, vacilam, agitados por sentimentos contrários. Se predomina a boa resolução, oram a Deus, imploram aos bons Espíritos que lhes deem forças, no momento mais decisivo da prova.

Por fim após anos de meditações e preces, o Espírito se aproveita de um corpo em preparo na família daquele a quem detestou, e pede aos Espíritos incumbidos de transmitir as ordens superiores permissão para ir preencher na Terra os destinos daquele corpo que acaba de se formar.

Qual será o seu procedimento na família escolhida?

Dependerá da sua maior ou menor persistência nas boas resoluções que tomou. O incessante contato com seres a quem odiou constitui prova terrível, sob a qual não raro sucumbe (cede), se não tem ainda bastante forte a vontade.

Assim, conforme prevaleça ou não a resolução boa, ele será o amigo ou inimigo daqueles entre os quais foi chamado a viver. É como se explicam esses ódios, essas repulsões instintivas que se notam da parte de certas crianças e que parecem injustificáveis. Nada, com efeito, naquela existência há podido provocar semelhante antipatia; para se lhe apreender a causa, necessário se torna volver o olhar ao passado.”

Edu Medeiros - Um Amigo do Bem, 13/12/2014.




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